A corrida pelo hóspede de alta renda está cada vez mais acirrada. Um ranking publicado pela consultoria LTI – Luxury Travel Intelligence na terça-feira (27) listou os melhores grupos hoteleiros de luxo do mundo e colocou o Mandarin Oriental no topo pelo quarto ano consecutivo.
A rede alcançou 81,1% da pontuação, mas a disputa ficou apertada neste ano: Oetker Collection e Bulgari aparecem logo atrás, com 80,6% e 80,2%, respectivamente. Four Seasons e Rosewood também aparecem entre as cinco primeiras colocadas, em quarto e quinto lugar.
O levantamento avaliou 20 marcas internacionais de hotelaria de luxo. Para chegar ao resultado, a avaliação analisou 134 pontos, que incluem desde a qualidade da gestão e do atendimento até os investimentos na abertura e na renovação de propriedades.

“Ser reconhecido como a melhor marca de hotéis de luxo do mundo por quatro anos consecutivos é uma enorme honra e, acima de tudo, uma homenagem aos nossos excepcionais colegas em todo o mundo. Todos os dias, eles dão vida à nossa marca por meio de sua paixão, de seu domínio do ofício e do cuidado genuíno com nossos hóspedes», afirmou Laurent Kleitman, CEO do Mandarin Oriental Hotel Group, em nota.
Atualmente, o Grupo reúne 47 hotéis, 16 residências e 43 casas de temporada em 30 países e territórios. A rede, aliás, ainda não tem unidades no Brasil. Na América do Sul, sua única propriedade fica no Chile: o Mandarin Oriental, Santiago, localizado no bairro de Las Condes com vista para a Cordilheira dos Andes foi inaugurado em 2017.

Aman perde espaço, enquanto concorrentes avançam
Embora o Mandarin Oriental esteja liderando pelo quarto ano consecutivo, outras movimentações chamam a atenção no ranking deste ano. A Oetker Collection, por exemplo, subiu da quarta para a segunda posição, enquanto a Dorchester Collection avançou seis colocações, da 12ª para a sexta.
A Belmond, conhecida no Brasil pelo Copacabana Palace, também ganhou terreno e passou do 11º para o sétimo lugar. Já a Capella entrou diretamente na oitava posição, com 76,1% da pontuação.

O movimento contrário ocorreu com a Aman, conhecida por seus resorts exclusivos e propriedades em destinos de natureza. A marca caiu da segunda para a nona colocação, com 75,5%.
Segundo a LTI, a queda ocorreu após uma violação significativa de dados de clientes que, na avaliação da organização, não recebeu uma solução adequada.
Como funciona o ranking dos melhores hotéis de luxo
A metodologia da Luxury Travel Intelligence busca medir a consistência das marcas ao longo de suas operações. Para isso, a organização considera fatores como identidade, gestão, atendimento e capacidade de investimento.
A cada edição, os pesquisadores recomeçam a avaliação do zero. Dessa maneira, a pontuação do ano anterior não interfere no resultado atual, o que permite que as marcas avancem ou percam posições conforme o desempenho observado no período.
Em 2026, aliás, a LTI também ampliou o levantamento: o ranking passou de 15 para 20 marcas e estabeleceu um requisito mínimo de oito propriedades para participar.

A organização afirma que não aceita publicidade nem patrocínios e financia suas pesquisas por meio de assinaturas. Seu público reúne viajantes de alta renda interessados em informações sobre hotéis, restaurantes, spas e experiências de luxo.
As 10 melhores marcas de hotéis de luxo do mundo em 2026
Confira a classificação divulgada pela Luxury Travel Intelligence:
- Mandarin Oriental – 81,1%
- Oetker Collection – 80,6%
- Bulgari Hotels – 80,2%
- Four Seasons – 78,7%
- Rosewood – 78%
- Dorchester Collection – 76,9%
- Belmond – 76,6%
- Capella – 76,1%
- Aman – 75,5%
- Airelles – 75,2%
Fuente Prensa Mercosur.
Publicado por: Redacción Central







