
Jimmy Chamberlin, baterista conhecido por seu trabalho com o Smashing Pumpkins, apresentou uma visão particular sobre o que diferencia um grande baterista durante conversa com Scott Lipps para o podcast Lipps Service.
Ao comentar músicos que admira, Chamberlin destacou a importância da criatividade e da construção musical, defendendo que tocar bem não significa apenas executar passagens técnicas complexas.
Como você pode ver no vídeo ao final da matéria, Jimmy demonstrou entusiasmo ao mencionar o baterista cubano-americano Dafnis Prieto. Em seguida, ele citou Steve Lyman, músico que estudou com Ari Hoenig, além de Brian Blade e Bill Stewart, nomes ligados a diferentes vertentes do Jazz contemporâneo.
A lista também atravessou as fronteiras entre gêneros, e Chamberlin mencionou o baterista do Gojira, o francês Mario Duplantier:
Ele [Duplantier] é incrível, um dos meus novos favoritos. E, para mim, o que define um grande baterista não é necessariamente a sua destreza técnica, mas sim a forma como ele toca sob uma perspectiva composicional.”
Jimmy Chamberlin, do Smashing Pumpkins, revelou o que faz um grande baterista
Depois, Jimmy citou Matt Garstka, conhecido por sua colaboração com a banda de Metal Progressivo Animals as Leaders. Ao explicar o que orienta sua avaliação, Chamberlin afirmou que, além da habilidade técnica, o que importa é como os recursos são organizados musicalmente e sugeridos para a construção de uma ideia:
Se você vai tocar esse tipo de coisa, acho que não precisa ter isso, mas, para eu gostar, tem que haver uma narrativa. Tem que ter começo, meio e fim. Tem que contar uma história.“
Concorda?
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Publicado por: Gabriel von Borell






