
A entrada da vocalista Emily Armstrong no Linkin Park marcou uma nova era para a banda de nu metal, redefinindo sua identidade após anos de hiato após a morte de Chester Bennington em 2017. Com a mudança na formação, especulações e debates surgiram entre fãs e críticos sobre o significado dessa escolha, especialmente no que tange à representatividade feminina.
Diante dos questionamentos sobre se a chegada de Emily representaria uma guinada deliberada para um ativismo feminista ou a adoção de uma nova pauta político-social, o DJ Joe Hahn, cofundador do grupo, foi questionado em entrevista recente pelo NME e respondeu:
“Não temos uma agenda do tipo ‘ah, queremos ser feministas nisso ou naquilo’. Nós simplesmente vemos as pessoas como seres humanos que merecem caminhar para onde quer que sintam que todos os outros estão indo.”

Segundo ele, a escolha por Emily Armstrong para o posto de vocalista foi totalmente artística e guiada pelo mérito humano e musical, em vez de uma campanha de marketing direcionada.
Por outro lado, durante o documentário Unshatter, os integrantes reconhecem a importância de ter Armstrong como uma figura representativa da mulher no rock/metal. Mike Shinoda enfatiza que todos os integrantes são pais de meninas, o que dá uma dimensão maior à decisão tomada.
O próximo álbum do Linkin Park
Na mesma entrevista ao NME, Joe Hahn revelou também que o Linkin Park já vinha trabalhando em esboços iniciais do que virá a ser um novo álbum de estúdio. As primeiras ideias surgiram ainda durante a última turnê:
“É porque gostamos muito da companhia uns dos outros e adoramos, principalmente, o processo de criação e a produção musical. Quando estávamos em turnê passando por várias cidades, se tivéssemos um dia de folga, íamos para o estúdio só para experimentar algumas coisas.”
Ele acrescentou:
“Quando terminamos a turnê, decidimos tirar um mês de folga porque precisávamos descansar, mas logo voltamos direto para o estúdio.”
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Publicado por: Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)








